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Odisseia

Bailarina profissional desde 2001, diplomada pela Escola de Dança do Conservatório Nacional de Lisboa. Com o apoio de uma bolsa do IGAC, Marta Cerqueira desenvolveu um programa de estudos passando por diversas escolas de dança em Nova Iorque. Prosseguiu a sua formação em Berlim e Lisboa, onde completou o Curso de Coreografia da Fundação Calouste Gulbenkian. É também professora certificada do método DanceAbility.
Integrou projetos de várias companhias e coreógrafos independentes, apresentados em Portugal, em vários países da União Europeia, Canadá, Argentina e Brasil.
Para além do seu trabalho enquanto bailarina de dança contemporânea, Marta Cerqueira tem vindo a desenvolver, em colaboração com outros artistas, o interesse e trabalho pela composição, usando não só o corpo como foco principal, mas outras matérias/materiais possíveis de coreografar.

Porto, 1993.
Licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Tem o curso profissional de Interpretação pela Academia Contemporânea do Espetáculo.  
Em teatro, destaca as suas participações em Punk Rock de Simon Stephens, encenado por Victor Hugo Pontes para o Teatro do Bolhão (2011), Peça Romântica para um Teatro Fechado de Tiago Rodrigues (2015), Fã de Regina Guimarães, encenado por Nuno Carinhas para o Teatro Nacional São João (2017), Gertrude - O Grito de Howard Barker, encenado por Maria Duarte (2017), e Margem de Victor Hugo Pontes (2018).
Em televisão, participou na telenovela Ouro Verde (2017) e Jardins Proibidos (2015), no telefilme Offline (2015) - nomeado para os prémios Áquila, como Melhor Telefilme, e CinEuphoria, como Melhor Ator Secundário, entre outras categorias -, e na websérie da RTP Apaixonados (2018), ambos de Guilherme Trindade.
Em cinema, protagonizou a longa-metragem Aristides de Sousa Mendes - O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso (2009), participou em Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (2015), Soldado Milhões de Jorge Paixão da Costa e Gonçalo Galvão Teles (2017), e Sauvages de Dennis Berry (2017). Protagonizou ainda a curta-metragem Snooze de Dinis Leal Machado (2017), produzida pela ESMAD e vencedora do prémio Sophia Estudante.

A Acesso Cultura é uma associação cultural sem fins lucrativos que promove o acesso - físico, social, intelectual - à participação cultural. Fundada em 2013, conta actualmente com 131 membros activos (profissionais culturais e organizações culturais).

A Acesso Cultura procura cumprir a sua missão através de:

  • cursos de formação 
  • uma conferência anual
  • debates públicos
  • consultorias 
  • estudos

Entre os seus mais recentes projetos, constam os seguintes:

  • Lançamento do website Cultura Acessível, com o apoio da Fundação Millennium BCP, que pretende reunir todas as informações sobre programação cultural acessível em Portugal.
  • Organização das jornadas “Além do físico: barreiras à participação cultural”, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. O relatório das jornadas, resultado dos encontros organizados em todas as comunidades intermunicipais do país e nas regiões autónomas, encontra-se disponível online.
  • Formação de cinco audiodescritores, para a implementação do serviço de audiodescrição em mais espaços cuturais (um serviço para as pessoas com deficiência visual que consiste num narrador que descreve o que não é percetível através da audição. É um serviço que pode ser implementado em espectáculos, visitas guiadas, etc. 
  • Publicação do manual “A inclusão de migrantes e refugiados - O papel das organizações culturais” 
  • Introdução de Sessões Descontraídas em Portugal: sessões de teatro, dança, cinema ou outro tipo de oferta cultural numa atmosfera mais descontraída e acolhedora e com regras mais tolerantes no que diz respeito ao movimento e ao barulho na plateia. Destinam-se a todos os indivíduos, famílias e grupos em geral que preferem ou beneficiam de um ambiente mais descontraído (pessoas com défice de atenção, pessoas com deficiência intelectual, pessoas com condições do espectro autista, pessoas com deficiências sensoriais ou de comunicação, etc).


Em atualização.

Criadas em 1995, a companhia residente no Teatro S. João, em Palmela - DançArte - e Ária da Música são duas estruturas que dão voz, imagem e movimento às ideias de Passos e Compassos.
Tendo ambas instituições a missão de descentralização e divulgação das artes, destacam-se no trabalho que desenvolvem. Por um lado, a DançArte concentra-se formação e na criação de espetáculos e por outro, a Ária da Música desenvolve a promoção da pesquisa musical e a partilha de experiências nas suas diversas vertentes.
Conforme os projetos em curso, a DançArte aposta em equipas pontuais promovendo ações para divulgar e desenvolver a dança e outras áreas artísticas, enquanto que a Ária da Música dinamiza os seus próprios projetos musicais, organiza as áreas técnicas de som e imagem da DançArte e colabora com outras entidades em diversos projetos.

Associação para a divulgação e desenvolvimento das artes de espetáculo.
Criada em 1995, é uma associação sem fins lucrativos, com sede em Palmela, que surgiu da vontade de intervir e apresentar soluções culturais no mundo das artes e da expressão artística. Tem por objetivo promover a divulgação e o desenvolvimento das artes de espetáculo através da criação, produção e realização de espetáculos e exposições, do seu aperfeiçoamento profissional e artístico, da edição de publicações, produção de filmes e vídeos e quaisquer outras formas de criação e difusão artística.
Atualmente, a associação está dividida em duas áreas de trabalho permanente – DançArte – Companhia residente no Teatro S. João, Palmela e a Ária da Música, entre outros projetos pontuais.


Passos e Compassos é uma entidade apoiada pelo Governo de Portugal/ Secretaria de Estado da Cultura/ DGArtes e pela Câmara Municipal de Palmela.

O Teatro Praga nasceu quando um grupo alargado de pessoas se juntou após uma oficina de teatro, e desde então sofreu transformações várias. Em 2005, a sua identidade enquanto companhia representante de um teatro menos institucional era reconhecida e começou a receber convites para se apresentar em algumas das principais salas de espetáculos portuguesas.

Espetáculos como Título (2004), Discotheater (2006), O Avarento ou a última festa (2007), Turbo-Folk (2008), e o musical Demo (2009) marcaram o percurso da companhia durante estes anos de afirmação.

Desde então, o Teatro Praga produziu dois grandes espetáculos baseados na ideia do teatro da Restauração inglês do século XVII, usando Shakespeare e Henry Purcell num ambicioso díptico (Sonho de uma noite de verão e A Tempestade) que surpreendeu pela sua escala e impacto. Ambos os espetáculos foram apresentados em Paris.

Esta produções marcaram o trabalho da companhia que passou a alternar espetáculos de maior dimensão com outros mais pequenos e portáveis.

O Teatro Praga recebeu vários prémios em Portugal e colabora regularmente com as mais prestigiadas estruturas culturais portuguesas, tendo-se apresentado em festivais e salas de diferentes países europeus (Itália, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Hungria, Eslovénia, Eslováquia, Polónia, Bélgica, Espanha, Estónia e Dinamarca), bem como em Israel e China, atuando em português, inglês, francês e até em hebreu...

Destaca-se igualmente a sua participação na rede europeia “Prospero” (em cooperação com o Théâtre National de Bretagne - Rennes e Emilia Romagna Teatro Fondazione - Modena), as várias colaborações com o MC93 (Maison de Culture de la Seine-Saint-Denis), a participação nos Chantiers d’Europe 2013/2014/2015/2016/2018 no Théâtre de la Ville (Paris) e no projeto europeu TABUROPA (com parceiros alemães, polacos e belgas).

Costanza Givone estudou dança contemporânea na ESMAE (Porto), no CEM (Lisboa), no CPDC (centro de aperfeiçoamento de dança contemporânea de Florença), e teatro, no Teatro del Giglio (Lucca). No seu percurso artístico destaca os mestres N. Karpov, Virgilio Sieni, Simona Bucci, Sofia Neuparth, Peter Michael Dietz, Vera Mantero, Alexej Merkushev da companhia Derevo, Gey Pin Ang, Gabriella Bartolomei (voz) e os coreógrafos e encenadores Madalena Victorino, Aldara Bizarro, André Braga e Cláudia Figueiredo com os quais trabalhou como intérprete. Em 2006 foi co-fundadora da companhia de teatro visual Zaches Teatro. Desde 2012 desenvolve projectos pessoais em colaboração com artistas de diferentes áreas: Fogo Lento (Bolsa Isabel Alves Costa 2018), Tempo Rói (estreia TAGV, Coimbra, 2015), Viagem ao País da Levitação (estreia e co-produção Teatro Maria Matos, 2014), Santas de Roca (produção Artemrede 2013), Salomè ha Perso il Lume (finalista do Premio Scenario, estreia no FIMFA, 2012). Nos últimos anos, graças aos projetos Espirito do lugar 1.0, 2.0, 3.0, 4.0 e Derivas, com a direção artística de André Braga e Cláudia Figueiredo, desenvolveu trabalhos site-specific no Porto e em Coimbra.

A United Visionary Arts é uma estrutura que tem como filosofia a massificação das artes performativas. 
Produz todo o tipo de projetos artísticos (espetáculos e eventos), e trabalha com profissionais de renome nas mais diversas áreas culturais.  Faz questão de trabalhar com a comunidade, instruindo e desenvolvendo cultura e arte a quem mais precisa. Originalidade e profissionalismo é o que destaca e define esta companhia.
Criada recentemente e com sede na cidade do Montijo, já conta com duas produções estreadas de dança contemporânea, Home e Liberdade, Minha, e com uma produção por de música Jazz, Sweet Christmas Night, estreada em 2018.
Desde a sua abertura, já fez a produção técnica do espetáculo Dançar Para Ajudar, do Real Sport Clube (espetáculo de caridade onde todo o valor reverte para uma instituição); assim como design  ́s e vídeos para eventos e espetáculos. A United Visionary Arts tem como diretor artístico Fábio Simões, e como diretora musical e seu braço direito, Susana Jordão.


Fábio Simões

Nascido e criado no Montijo desde 1990, deu os primeiros passos de dança com 7 anos de idade. A sua formação passou pela Escola de Dança do Conservatório Nacional (E.D.C.N.) em Lisboa, onde se formou como bailarino e na P.A.R.T.S. – Performing Arts Research and Training Studios, em Bruxelas, Bélgica, onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. Durante o tempo de formação na E.D.C.N., foi convidado para dançar nos ballets, O Lago dos Cisnes e O Quebra-Nozes com a Companhia Nacional de Bailado. 
Ao longo da sua carreira enquanto bailarino, Fábio Simões colaborou com vários artistas nacionais e internacionais e participou em inúmeros espetáculos de ballet e dança contemporânea destacando-se como bailarino principal em algumas produções. Para além disso, adquiriu várias premiações como o 1º Lugar e o Prémio de Melhor Artista, com o seu solo R3ACTION, no XVI International Festival of Choreographic Miniatures em Belgrado, Sérvia, onde representou Portugal.
Das várias colaborações, destacam-se as participações na KamuSuna Ballet Company, com direção artística de César Augusto Moniz, nas peças Drácula, Soliloquy About Wonderland, Your Majesties e Fátima: O Dia em que o Sol Bailou com a Vortice Dance Company, no espetáculo de abertura da Capital Europeia da Cultura – Guimarães 2012, Os Nossos Afetos, a peça Carmina Burana de Hugo Viera e Shut Up and Dance de Ronald Savkovic pelo Croatian National Ballet – Hnk Ivan pl. Zajc em Rijeka e o espetáculo A Flowering Tree de John Adams com a equipa do Teatro Nacional de São Carlos, Lisboa. Paralelamente, fundou com outro elemento, os Funky Flex Crew, uma crew de breakdance.
Como bailarino principal, solista e coreógrafo, Fábio Simões destaca ainda a sua colaboração na companhia Ballet Fantastique, nos USA. Ainda em solo americano, o bailarino é convidado para fazer parte do painel de júris do XVIII International Festival of Choreographic Miniatures 2014, em Belgrado, Sérvia. 
Em 2017, estreia na sua terra natal, o seu novo solo intitulado HOME, após o qual é convidado para criar uma nova peça, Liberdade, Minha, uma coprodução Cinema Teatro Joaquim D’Almeida, inserida nas comemorações do 25 de Abril da cidade do Montijo.
Recentemente, é diretor artístico da United Visionary Arts, onde acabou de estrear mais uma produção, Sweet Christmas Night.
Fábio Simões para além de bailarino, coreógrafo, produtor e professor, tem uma grande experiência na área de produção de espetáculo, edição de vídeo e design. Teve também o privilégio de trabalhar com coreógrafos mundialmente consagrados como, David Zambrano, Anne Teresa De Keersmaeker, William Forsythe, Ronald Savkovic, Megumi Nakamura, Nicolaas Marckmann, Rui Horta, Rui Lopes Graça, Renato Zanella e com músicos como Custódio Castelo, Nuno da Câmara Pereira, Manuel de Oliveira, Rui Massena, Joana Carneiro, Halie Loren, Incendio Band, Portland Taiko, entre muitos outros. 

Susana Jordão

Começou a cantar aos 4 anos, tendo conquistado o primeiro lugar no primeiro festival em que participou - Festival da Canção Infanto-Juvenil - e teve entrada direta para representar Portugal no Zecchiono d`Oro, Itália, onde chegou à final. Das suas participações em festivais, onde conquistou cerca de 30 primeiros prémios, destaca-se o Bravo Bravíssimo, em Itália, o Festival Internacional Veo Veo, em Espanha e o Festival Golden Star, na Roménia, onde conquistou o primeiro lugar e prémio do público. Filha do conhecido compositor Artur Jordão, Susana Jordão iniciou os seus estudos musicais aos 6 anos, formando-se em canto e piano na Escola de Música do Conservatório Nacional, em Lisboa. Para além da música, Susana Jordão também é formada noutras áreas artísticas como a dança e a representação através de inúmeros workshops.
Trabalhou em grandes palcos, tais como o Tivoli (Lisboa) e o Coliseu (Porto) com o musical “Os Produtores”, onde interpretou o papel de ULLA, do elenco principal. No Rivoli (Porto), participou como antagonista no musical infantil “Cinderela XXI”. 
No espetáculo “A Super Gotinha”, um teatro musical infantil realizado no Teatro Independente de Oeiras, Susana Jordão participou enquanto atriz, no papel principal, e também enquanto Diretora Musical do espetáculo. 
Na televisão, para além de várias outras participações, destaca a sua participação na série juvenil da TVI - Morangos com Açúcar. 
Do teatro ao teatro musical, da televisão ao cinema e ao mundo das dobragens, Susana Jordão destaca-se pela qualidade das suas interpretações. Em 2013, recebeu pela sua cidade Natal, Setúbal, o Prémio Revelação Cultura (Música e Teatro) e em 2015 é convidada para cantar no Eurovision Live Concert no Fórum Luísa Todi. Recentemente, foi uma das solistas do novo Hino da cidade de Setúbal e faz parte da direção da United Visionary Arts.

 

RESHAPE
Reflect, Share, Practice, Experiment

RESHAPE – Reflect, Share, Practice, Experiment é um projeto de investigação e desenvolvimento para profissionais que pretendam reinventar modelos organizacionais para o setor artístico. Propõe a participação de agentes culturais da região euro-mediterrânica num processo aberto, inclusivo e experimental que visa reforçar práticas inovadores que possam beneficiar o setor cultural e transformar o ecossistema artístico no seu todo.


As profundas transformações políticas, económicas, tecnológicas e ecológicas das sociedades atuais estão a influenciar o modo como as artes são criadas, apresentadas e consumidas. Por um lado, os desequilíbrios já existentes na mobilidade de artistas e de obras tornam-se mais evidentes. Por outro, o mercado não consegue garantir que estéticas e discursos diversos cheguem aos vários públicos de toda a Europa. O setor cultural tende a funcionar num âmbito organizacional que ainda não integrou estas transformações enquanto que os artistas, esses, tendem a esbater fronteiras entre países, disciplinas e setores.

Neste contexto, como continuar a apoiar o setor artístico? Os parceiros do RESHAPE acreditam que os profissionais das artes são experts em inovação e, como tal, detêm a chave dos futuros modelos do setor. Vários projetos e estruturas inovadoras estão a emergir em todo o continente; experimentam novas estratégias para envolver públicos diversos e para estabelecer ligações transversais entre setores. Estas iniciativas, ainda que por vezes frágeis e desconectadas, são indicadores de possíveis desenvolvimentos e futuros modelos. RESHAPE pretende ter acesso a essas estruturas inovadoras, auferir-lhes tempo e espaço para trabalharem em conjunto num contexto transnacional, onde poderão imaginar novos modelos de organização das artes performativas no futuro. 


RESHAPE – temas



Os profissionais avançarão com propostas concretas e sustentáveis para cinco questões:

1. Arte e Cidadania: de que forma pode a arte melhorar o exercício da cidadania?


2. Modelos de governança justa: como criar modelos de governança abertos, inclusivos e flexíveis?

3. Valor da arte no tecido social: como incentivar a compreensão e promover o valor da arte no tecido social?

4. Financiamento solidário: de que forma pode o financiamento solidário incentivar a vitalidade da criação contemporânea?

5. Práticas artísticas transnacionais/pós-nacionais: que tipo de estruturas e ferramentas são necessárias para os artistas que trabalham transnacionalmente e de que forma devem ser providenciadas?



RESHAPE – processo



- Lançamento de convocatórias para identificar iniciativas que experimentam novos modelos;

- a organização de um Fórum onde os profissionais se encontram, debatem e refletem sobre práticas alternativas;

- a criação de cinco trajetórias temáticas sobre as cinco questões mencionadas acima, nas quais, através de workshops e trabalho à distância, 50 profissionais sugerem, em conjunto, novos modelos, estratégias e ferramentas;

- a preparação de duas reuniões intensivas para comparação e debate sobre práticas inovadoras;

- a organização de uma conferência para a partilha de resultados e abertura de todo os processo à comunidade cultural e artística;

- a produção de Documentação e a disseminação dos resultados.




RESHAPE acontece na área Euro-mediterrânica entre setembro de 2018 e março de 2021. Reúne 13 parceiros europeus - ACT Association (BG), Alt Art (RO), Artemrede (PT), Arts and Theatre Institute (CZ), British Council (UK), Bunker/Balkan Express (SI), East European Performing Arts Platform (PL), Flanders Arts Institute (BE), Goethe Institute (DE), Onassis Foundation (GR), Onda - Office national de diffusion artistique (FR), Pogon Centre for Independent Culture and Youth (HR), Pro Helvetia (CH) - e conta ainda com seis parceiros associados: Danish Arts Foundation (DK), Ettijahat (LB), EUNIC (BE), Fonds Podiumkunsten/Performing Arts Fund (NL), Frame Contemporary Art (FI), Mondriaan Fund (NL).

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