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Odisseia

Be SpectACTive!

Criado em 2014, Be SpectACTive! é um projeto europeu de cooperação de larga escala apoiado pelo programa Europa Criativa da União Europeia. Opera no setor das artes performativas através da criação de produções artísticas e da promoção de práticas participativas desenhadas para envolver cidadãos de diferentes comunidades em processos criativos.

Na sua segunda edição, iniciada em dezembro de 2018, Be SpectACTive! assume-se como uma rede de aprendizagem entre pares, reafirmando a sua missão direcionada para a produção e para ações de investigação. 



O trabalho de desenvolvimento de públicos vai continuar, reforçando-se para tal a experimentação a nível europeu através das seguintes ações: 


- a produção de 15 novos espetáculos de teatro e de dança; 

- a criação de 50 grupos de espetadores ativos envolvidos em atividades de co-programação e de co-gestão (1500 participantes selecionarão 350 espetáculos ao longo de 4 anos); 

- European Art Commissioners, um projeto site-specific que liga 8 comunidades com o objetivo de encomendar obras artísticas;
- 4 edições do Dia Europeu do Espetador, um evento presencial e virtual que reúne e faz interagir comunidades de vários países através do facebook;
- a implementação de um projeto de investigação para a avaliação do impacto das práticas implementadas;
- e 4 Conferências Internacionais para a disseminação dos resultados.


Be SpecACTive! conta com 19 parceiros, oriundos de 18 cidades de 15 países europeus: Artemrede (PT), Bakelit Multi Art Center (HU), Brut (AT), BUDA (BE), CdAT – Café de las Artes Teatro (ES), Domino (HR),  Dublin Theatre Festival (IE), Gothenburg Dance and Theatre Festival (SE), Institution Student Cultural Centre of Novi Sad (RS), International Theatre Festival Divadelná Nitra (SK), Kilowatt Festival (IT) – líder do projeto - Plesni Teater (SI), Réseau en scène Languedoc-Roussillon (FR), Tanec Praha (CZ), Teatrul National Radu Stanca Sibiu (RO). A investigação é assegurada por Fondazione Fitzcarraldo (IT), Le CNRS (FR), Universitat de Barcelona (ES), Université de Montpellier (FR).



Site oficial: www.bespectactive.eu

 

O Projecto Ruínas é uma estrutura de criação teatral, que produz espetáculos nos quais se cruzam áreas artísticas. Começa como uma estrutura informal, em 2000 e estabelece-se como associação cultural em 2003, primeiro em Lisboa e depois em Montemor-o-Novo a partir de 2004, onde com os apoios da autarquia e dos agentes culturais locais, desenvolve a sua atividade até aos dias de hoje. Já levou a cena 25 espetáculos baseados em textos e roteiros originais, e próprios. Desde a sua formação o Projecto Ruínas tem procurado um caminho singular através da experimentação, cruzamento de disciplinas e influências, devising e novas dramaturgias. Partindo do pressuposto de que em cada projeto tem que se percorrer um caminho novo, o Ruínas tenta nos seus espetáculos partilhar a experiência da criação com o público, de uma forma crua, desafiando limites, arriscando e abraçando as falhas. No início, a marca fundamental era a improvisação e a experimentação em torno da técnica bufão. Os espetáculos eram construidos em 'site specific', em espaços em ruínas, que eram o pano de fundo de materiais artísticos de cruzamentos disciplinares. O devising estabeleceu-se como método a partir de 2004, para fazer aparecer uma dramaturgia original e inspirada em temas contemporâneos. A linha artística evoluiu no sentido de uma narratividade. A humanidade das personagens, a sua contextualização social e a sua colocação em situações de crise de identidade, apareceram como marca dramaturgica. A partir de 2012, o Projecto Ruínas evoluiu para um novo processo de criação, centrado numa abordagem física em detrimento do trabalho a partir do texto, e a coreografia e o movimento tornaram-se elementos fundamentais para a evolução dos trabalhos. No presente destacamos dentro da linha artística uma vertente mais assente no texto e na sua ambiência, e uma outra mais baseada no movimento e no absurdo.

O Projecto Ruínas conta com um vasto currículo de criações: Sátira em Ruínas (2000); Gueto (2002); Ilustres Horas (2003); Império Contra-Ataca (2004); Comichão (2005); Hans, O Cavalo Inteligente (2006); O Vizinho (2007); Voluntário 22 (2007) ; Shadow Play (2008); Contratempos (2009); Molusco (2010); Aparato (2010); Finlândia (2011); Corredor (2011); O Espírito da Coisa (2012); O Último Voo da Tartaruga (2012); Insight (2013); Where are you? Onde estás, pá? (2013); Não me Lembro de Nada (2014); Impostor (2014); Edit (2015); Sonatina (2015); Norma (2016); Dança (2017); Mute+Solo (2017). Também produziu espetáculos de artistas emergentes: Constantin Gavrilovitch acaba de se matar (Rui Pina Coelho e Carlos Marques 2013); Das Ding (Susana Nunes 2014); Le Bouc (Susana Nunes 2015); Atelier Paixão (Catarina Caetano 2017). Realce ainda para o papel que tem vindo a desempenhar na formação e na programação, onde se destaca a mostra Noites Curtas, dedicada a espetáculos de curta duração e com prioridade para o trabalho com artistas e estruturas emergentes.

 

S.A.Marionetas – Teatro & Bonecos, é uma estrutura profissional de criação em teatro de marionetas composta por autores, construtores e marionetistas que produzem originais e em português, com o objectivo de promover e divulgar o Teatro de Marionetas. Nessa perspectiva, o seu trabalho passa pela investigação e a procura de novas soluções estéticas, bem como a preservação da tradição popular portuguesa através da pesquisa e continuidade na realização do Teatro D. Roberto. Em ambos os casos, privilegia-se a itinerância dos espectáculos como melhor forma de divulgar a arte da marioneta.

Ainda no cumprimento destes objectivos, a companhia organiza, desde 1998, o Festival Nacional de Teatro de Marionetas “Marionetas na Cidade” em Alcobaça. Em 2015, o festival foi distinguido com o "EFFE Label". Tem participado em diversos Festivais em Portugal, tendo também representado o país em Itália, Alemanha, França, Espanha, Inglaterra, Pais de Gales, Escócia, Itália, República Checa, China, Eslováquia, Macau, Cazaquistão, Indonésia, Coreia do Sul, Turquia, Áustria, Irão, Tailândia. Desde 1997 já criou 45 produções originais. Em 2005 foi-lhe atribuído o prémio de mérito cultural das artes e espectáculo “Troféu Afonso Lopes Vieira”.

Em 2010 recebeu o prémio especial do júri pela preservação e continuidade do teatro tradicional de marionetas europeu com o espectáculo “D. Roberto”. Também com este espectáculo foi nomeada para melhor manipulação no 14º festival mundial da arte da marioneta de Praga. Em 2012 foi selecionada para participar no festival mundial de marionetas em Chengdu na China onde recebeu o "Award Puppetry Festival Participation". No mesmo ano foi nomeada para o prémio de melhor produção para a infância no International Award "Golden Gander" Kremnické Gagy na Eslováquia. Em 2013 recebeu o Prémio - "Alcoa d´Ouro" categoria Cultura atribuído pelo Jornal O Alcoa. Foi nomeada para o prémio de melhor espectáculo de rua no Wayang World Puppet Carnival em Jakarta na Indonésia. E recebeu o prémio de melhor espectáculo tradicional de marionetas de rua no Wayang World Puppet Carnival. Em 2014 recebeu o prémio de melhor espectaculo tradicional  do mundo com o teatro Dom Roberto na Tailândia. em 2016 recebeu o prémio para melhor manipulação com os espectáculos "etc..." e  "Teatro Dom Roberto" no Animart festival em Lodz na Polónia e o Prémio "Artistic Innovation Award" no 5th Golden Magnolia Shanghai International Puppet Festival na China.

Projeto musical no campo da música antiga, fundado em 2005 e dirigido por Marcos Magalhães e Marta Araújo. Na sua existência, Os Músicos do Tejo já desenvolveram uma parceria com o CCB que os levou produzir cinco óperas, editaram quatro discos, apresentaram-se em inúmeros concertos em Portugal e no estrangeiro e foram objecto de diversos apoios institucionais. As óperas estreadas no CCB (La Spinalba e Il Trionfo d' Amore, Le Carnaval et la Folie, e Paride ed Elena), foram recebidas com grande êxito junto do público e da crítica especializada. A ópera La Spinalba teve uma digressão em Portugal e em Espanha e já vai na sua décima apresentação.

Os Músicos do Tejo apresentaram-se em concerto em locais tão variados como Mafra, Vigo, Brest, Paris, Goa, Índia, Sastmala, Finlândia e Praga.

Os Músicos do Tejo têm cinco CD's editados:As Sementes do Fado, As Árias de Luisa Todi, La Spinalba, Il Trionfo d'Amore e From Baroque to Fado - A Journey through portuguese music, Todos tiveram excelentes críticas e os CD's La Spinalba e Il Trionfo d'Amore obtiveram excelentes criticas no âmbito nacional (Público, Diário de Notícias e Expresso) e, internacionalmente, na revista Diapason. Il Trionfo foi nomeado na Bestenliste da Preis der Deustschen Schallplattenkritik.

Também na Fundação Calouste Gulbenkian, Os Músicos do Tejo têm apresentado vários concertos, dos quais se destacam Dido e Eneas de Purcell, a colaboração com o realizador Pedro Costa e Fado Barroco, com Ana Quintans e Ricardo Ribeiro, tendo a gravação deste último concerto sido editado pela Naxos em 2017.

Participaram em diversos eventos, tais como o Festival Internacional de Música de Varzim, CiisterMúsica em Alcobaça, Igespar, Festival das Artes de Coimbra - Quinta das Lágrimas, Ciclo Ciência na Música - Tejo no Thalia, entre outros.

Recentemente, Os Músicos do Tejo obtiveram grande sucesso no festival de Herne, num concerto com a participação de Joana Seara e João Fernandes que teve transmissão directa na rádio clássica alemã WDR3.

Estrutura de criação de serviços artísticos e culturais, tendo como principais áreas de atuação as artes performativas contemporâneas para crianças e a edição de objetos de leitura e promoção dos sentidos. Das suas atividades contam-se O Jardim do Príncipe, Plouf, Areias, Leituras no Parque, entre outras.

Natural do Porto, Portugal.
Socióloga, professora da Faculdade de Economia da Universidade do Porto.
Investigadora do CETAC.media (Centro de Estudos das Artes, das Tecnologias e das Ciências da Comunicação, Universidade do Porto), predominantemente no domínio da sociologia da cultura e das artes (práticas e públicos; produção e criação; políticas).
Tem coordenado e participado em estudos para várias entidades externas, como o Instituto de Cinema e Audiovisual, o Instituto Português de Museus, a Direção Geral das Artes, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte e vários municípios.

JORGE SILVA MELO fundou em 1995 os Artistas Unidos de que é diretor artístico. 

PEDRO DOMINGOS trabalha com Jorge Silva Melo desde 1994, tendo assinado a luz de quase todos os espetáculos dos Artistas Unidos. Trabalha regularmente com o Teatro dos Aloés. É membro fundador da Ilusom e do Teatro da Terra, sediado em Ponte de Sor, que dirige com a atriz Maria João Luís.

RITA LOPES ALVES trabalha com Jorge Silva Melo desde 1987, assinou o guarda-roupa de vários filmes de Pedro Costa, Joaquim Sapinho, João Botelho, Margarida Gil, Luís Filipe Costa, Cunha Teles, Alberto Seixas Santos, Pedro Caldas, Teresa Vilaverde, Carmen Castelo Branco, José Farinha, Teresa Garcia, Fernando Matos Silva e António Escudeiro. É, desde 1995, a responsável, nos Artistas Unidos, pela cenografia e figurinos.

PEDRO CARRACA tem o curso do Instituto Franco-Português (1994), tendo trabalhado com António Feio, Fernando Gomes, Aldona Skiba-Lickel, Clara Andermatt, Luís Miguel Cintra, João Brites, Raul Atalaia, Fernanda Lapa, Almeno Gonçalves, Adriano Luz, Castro Guedes, Diogo Dória, Jorge Listopad, José Mora Ramos, Maria do Céu Guerra. Integra os Artistas Unidos desde 1996, tendo participado recentemente em Penélope de Enda Walsh (2012), Palácio do Fim de Judith Thompson (2013), Por Tudo e Por Nada de Nathalie Sarraute (2013), PunkRock de Simon Stephens (2014). 

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