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Abel Neves

Nasceu em Montalegre, na Primavera de 1956. Escreveu para o teatro: Anákis, Amadis, Touro, Terra, Medusa, Amo-te, Atlântico, Finisterrae, Arbor Mater, Lobo-Wolf, El Gringo, Inter-Rail, Além as estrelas são a nossa casa, Supernova, Fénix e Kota-Kota, A Caminho do Oeste, Amor-Perfeito, Olhando o céu estou em todos os séculos, Provavelmente uma pessoa, Nunca estive em Bagdad, Este Oeste Éden, Qaribó, Ubelhas- Mutantes e Transumantes, Querido Che, A mãe e o urso, Sallon Yé-Yé, Vulcão, Jardim suspenso [Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, 2009], Flor e Cinza, Clube dos pessimistas, Atlântica, Flores para mim, Sabe Deus pintar o diabo [Prémio SPAutores: Melhor Texto Português Representado, 2013], Cruzeiro, Ainda o último judeu e os outros, Cativeiro. É também autor de ficção narrativa: Corações piegas, Asas para que vos quero, Sentimental, Centauros, Precioso, Cornos da Fonte Fria, Lisboa aos seus amores [Felizes e Aliança]. E poesia: Eis o amor a fome e a morte, Quasi Stellar. Reflexões em volta do teatro: Algures entre a resposta e a interrogação.

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