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Rosa Cão - Coprodução ARTEMREDE

Coproduzido pela Artemrede,Rosa-Cão estreia dias 22 e 23 em Sesimbra

O espetáculo Rosa-Cão, de Ainhoa Vidal e Pedro Gonçalves (Dead Combo), coproduzido pela Artemrede, estreia nos dias 22 e 23 de maio, no Cineteatro Municipal João Mota, em Sesimbra.

A coreógrafa e bailarina catalã Ainhoa Vidal dá vida à personagem Rosa-Cão, criada a partir de uma ilustração de Ana Madureira. Este é um espetáculo de grande força visual, onde se assiste à evolução de uma personagem, construída a partir de opostos. O palco é um espelho da à evolução de uma personagem, construída a partir de opostos. O palco é um espelho da personalidade de Rosa-Cão, ora organizada, ora caos, ora humana, ora animal. Ao longo do espetáculo Ainhoa Vidal vai recorrendo a vários elementos e objetos,surpreendendo o espetador. Para a coreógrafa "o lado estético é muito importante, havendo grande cuidado com a escolha de adereços e figurinos, caso contrário o universo não se cria", afirma.

Este espetáculo é musicado por Pedro Gonçalves e interpretado ao vivo por orquestras locais.

Além de Sesimbra, Rosa-Cão terá apresentação nos municípios de Palmela, Montijo, Alcobaça, Alcanena e Santarém.

Na próxima quinta-feira, dia 14 de maio, às 11h, vai ter lugar um ensaio para a imprensa, em Lisboa. Caso esteja interessado em assistir, por favor contacte: e/ou 935 175 935

DIGRESSÃO

SESIMBRA: 22 e 23 maio
PALMELA: 20 e 21 junho
MONTIJO: 27 e 28 junho
ALCOBAÇA: 7 e 8 novembro
ALCANENA: 20 e 21 novembro
SANTARÉM: 27 e 28 novembro

SINOPSE

Era uma vez uma mulher, metade rosa, metade cão, metade flora, metade animal, metade controlo, metade selvagem. De equilíbrio frágil, Rosa-Cão vivia mascarando a sua profunda natureza de contradições e opostos. No seu corpo com espinhas, ladridos, raízes e pegadas, corria uma natureza delicada, forte, intempestiva, temperamental, vulcânica e bela. Dentro de sua casa, Rosa-Cão florescia, mas fora dela os seus opostos causavam estranheza. Assim, Rosa-Cão abraçou o mundo, criando no interior das suas quatro paredes a natureza compacta do encontro selvagem.

Esta peça é a entrada por uma janela, neste seu universo.


FICHA ARTÍSTICA

Direção, interpretação e figurinos: Ainhoa Vidal Música: Pedro Gonçalves
Ilustração: Ana Madureira

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