{"id":2841,"date":"2021-09-17T15:29:32","date_gmt":"2021-09-17T15:29:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.artemrede.pt\/?page_id=2841"},"modified":"2021-09-17T17:00:06","modified_gmt":"2021-09-17T17:00:06","slug":"impulso-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/impulso-2\/","title":{"rendered":"IMPULSO &#8211; Conclus\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<h1>\n\t\tO LUGAR DA CULTURA NOS DESAFIOS DAS CIDADES\n\t<\/h1>\n<h1>\n\t\tCONCLUS\u00d5ES\n\t<\/h1>\n\tNo contexto de elei\u00e7\u00f5es aut\u00e1rquicas em Portugal, recordamos algumas das discuss\u00f5es desenvolvidas no IMPULSO: F\u00f3rum Pol\u00edtico da Artemrede que, ao longo de 5 dias do m\u00eas de junho 2021, assumiu-se como plataforma de reflex\u00e3o sobre os desafios das cidades nos pr\u00f3ximos quatros anos e o lugar da cultura nesse percurso rumo a sociedades mais coesas, sustent\u00e1veis e justas.<br \/>\nAtrav\u00e9s dos canais digitais da Artemrede, cerca de 50 profissionais da cultura e das artes, investigadores, decisores pol\u00edticos e agentes de desenvolvimento local partilharam ideias, preocupa\u00e7\u00f5es e propostas que, acreditamos, s\u00e3o contributos \u00fateis para os futuros executivos municipais na constru\u00e7\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas culturais locais.<br \/>\nDestacamos algumas das reflex\u00f5es produzidas e convidamos a reverem os v\u00eddeos do F\u00f3rum Pol\u00edtico, dispon\u00edveis <a href=\"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/impulso\/\">aqui<\/a>.\n<p>O F\u00f3rum Pol\u00edtico iniciou-se com um debate que partiu da experi\u00eancia da Artemrede, reunindo alguns dos seus protagonistas, com perspetivas e perfis diversos. A conversa abordou a import\u00e2ncia do trabalho em rede intermunicipal, algo que \u00e9 reconhecido e valorizado pelo potencial de capacita\u00e7\u00e3o e desenvolvimento dos territ\u00f3rios. Algumas das mais-valias apontadas foram:<\/p>\n| a <strong>qualifica\u00e7\u00e3o das equipas municipais<\/strong>, atrav\u00e9s da aprendizagem interpares e do interc\u00e2mbio de experi\u00eancias e metodologias;<br \/>\n| a oportunidade para <strong>aplica\u00e7\u00e3o de metodologias e pr\u00e1ticas inovadoras<\/strong> na aproxima\u00e7\u00e3o entre as artes e os cidad\u00e3os e de promo\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o na vida cultural;<br \/>\n| a cria\u00e7\u00e3o de <strong>espa\u00e7os de encontro entre artistas, territ\u00f3rios e comunidades;<\/strong>\n<p>Por outro lado, a participa\u00e7\u00e3o em projetos mais complexos, que implicam um trabalho de proximidade com as comunidades, exige novas compet\u00eancias, pelo que a quase generalizada subdimens\u00e3o das equipas municipais foi referida como o maior obst\u00e1culo ao sucesso destas iniciativas. <strong>O refor\u00e7o das equipas e a diversifica\u00e7\u00e3o de perfis e compet\u00eancias s\u00e3o assim, necessidades prementes para desenvolver um trabalho qualificado tendo em vista uma maior participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os na vida cultural das suas comunidades<\/strong>, algo que v\u00e1rios intervenientes nos debates do F\u00f3rum assumiram como essencial na constru\u00e7\u00e3o de sociedades mais democr\u00e1ticas e coesas.<\/p>\nUm dos projetos coordenados pela Artemrede &#8211; Meio no Meio &#8211; foi o ponto de partida para uma conversa sobre processos art\u00edsticos participativos e a sua import\u00e2ncia na capacita\u00e7\u00e3o e autonomiza\u00e7\u00e3o dos participantes, possibilitando a abertura de caminhos at\u00e9 ent\u00e3o n\u00e3o descobertos ou reconhecidos como poss\u00edveis.<br \/>\nTodos os presentes neste debate foram un\u00e2nimes em afirmar que <em>o tempo \u00e9 um elemento primordial: \u00e9 preciso tempo para construir redes de socializa\u00e7\u00e3o, para consolidar a forma\u00e7\u00e3o, para criar resili\u00eancia atrav\u00e9s da capacidade de ultrapassar os obst\u00e1culos que v\u00e3o surgindo<\/em>. A <strong>continuidade dos projetos art\u00edsticos participativos \u00e9, assim, fundamental para a conquista de resultados duradouros<\/strong>, e essa continuidade depende das ra\u00edzes que se criam nos territ\u00f3rios e da postura dos parceiros, nomeadamente dos munic\u00edpios. O <strong>papel dos munic\u00edpios<\/strong> foi referido reiteradamente, como <strong>parceiros fundamentais na transforma\u00e7\u00e3o que se quer promover<\/strong>. <em>Se alguns munic\u00edpios j\u00e1 reconhecem a import\u00e2ncia das pr\u00e1ticas art\u00edsticas participativas (apesar de por vezes o investimento n\u00e3o acompanhar esse reconhecimento), outros ainda n\u00e3o est\u00e3o neste ponto, o que amea\u00e7a a sustentabilidade do trabalho desenvolvido<\/em>, alertaram.\nSobre este tema, mas numa outra conversa, Fran\u00e7ois Matarasso defendeu <em>que <strong>as formas de arte participativa ou comunit\u00e1ria t\u00eam como objetivo primordial garantir que todos t\u00eam acesso a meios de desenvolvimento social e pessoal<\/strong>, independentemente dos contextos socioecon\u00f3micos a que pertencem e que estas formas n\u00e3o podem ser apenas encaradas como instrumentos de inclus\u00e3o social.<\/em><br \/>\nA hierarquia existente entre arte participativa e arte convencional deve tamb\u00e9m ser colocada em causa, <em>transferindo para os participantes a responsabilidade na defini\u00e7\u00e3o de m\u00e9tricas de avalia\u00e7\u00e3o de qualidade destes projetos<\/em>, algo que o autor defendeu como essencial.<br \/>\nA <strong>pandemia introduziu constrangimentos nesta participa\u00e7\u00e3o e provocou a necessidade de reinven\u00e7\u00e3o de modelos e formatos<\/strong>, excluindo aqueles com menos condi\u00e7\u00f5es e capacidades tecnol\u00f3gicas. Por outro lado, <strong>criou outras oportunidades<\/strong>, <em>ao criar espa\u00e7os de seguran\u00e7a para aqueles para quem a intera\u00e7\u00e3o f\u00edsica \u00e9 desconfort\u00e1vel.<\/em>\nOs efeitos da pandemia e o particular impacto que a pandemia teve nas mulheres, as mais afetadas pela crise e aquelas sobre as quais recai uma grande parte da responsabilidade na presta\u00e7\u00e3o de cuidados, foi um dos temas abordados num debate sobre o movimento municipalista feminista. <em><strong>Os governos locais est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o privilegiada para colocar o &#8216;cuidado&#8217; no centro das decis\u00f5es pol\u00edticas e promover uma responsabilidade partilhada por todas e todos<\/strong><\/em>, foi afirmado pelas participantes.<br \/>\nDefendeu-se, assim, a alian\u00e7a entre os movimentos municipalista e feminista, os quais coincidem na sua <strong>cr\u00edtica \u00e0 hegemonia e centraliza\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es e dos modelos de organiza\u00e7\u00e3o da vida pol\u00edtica, social, econ\u00f3mica e cultural<\/strong>. <em>O municipalismo e o feminismo s\u00e3o ambos movimentos transformadores, porque pretendem provocar a mudan\u00e7a e desafiar os princ\u00edpios com que se regem e organizam as sociedades<\/em>, foi dito.<br \/>\nPartindo de uma afirma\u00e7\u00e3o da presidente da c\u00e2mara de Barcelona, Ada Colau, sublinhou-se que <em><strong>a feminiza\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica n\u00e3o passa apenas por criar mais e melhores oportunidades para as mulheres, mas sobretudo pela transforma\u00e7\u00e3o dos modelos de decis\u00e3o e pela institui\u00e7\u00e3o de novas pr\u00e1ticas de exerc\u00edcio do poder.<\/strong><\/em>\n<p>Sobre a rela\u00e7\u00e3o entre cultura e igualdade de g\u00e9nero, foi declarado <strong>o importante papel das pol\u00edticas culturais enquanto motores de mudan\u00e7a<\/strong>. <em>A cultura abre horizontes e recetividade a novos conceitos, ao mesmo tempo que provoca situa\u00e7\u00f5es de tens\u00e3o, como o conflito entre heran\u00e7a cultural e igualdade. A cultura tem um poder transformador, mas \u00e9 preciso provocar a discuss\u00e3o e encaminhar este poder na dire\u00e7\u00e3o certa<\/em>, avisaram as oradoras. <strong>As pol\u00edticas culturais baseadas na igualdade de g\u00e9nero incluem colocar as mulheres em locais de decis\u00e3o, mas tamb\u00e9m dar visibilidade \u00e0 presen\u00e7a de mulheres nas narrativas p\u00fablicas, como arte p\u00fablica e a hist\u00f3ria oficial<\/strong>. Mas trata-se tamb\u00e9m do acesso das profissionais de cultura ao mercado de trabalho, da participa\u00e7\u00e3o das mulheres no espa\u00e7o p\u00fablico e do planeamento urbano para uma cidade segura e acess\u00edvel a todas e a todos.<\/p>\nA constru\u00e7\u00e3o da cidade a partir da cultura foi o mote de um debate que reuniu decisores e especialistas em cultura e territ\u00f3rio, que foram perent\u00f3rios em <strong>afirmar a cidade como um bem comum e a cultura como instrumento de transforma\u00e7\u00e3o das cidades<\/strong>. No entanto, salientou-se a import\u00e2ncia de <strong>atender \u00e0 dial\u00e9tica entre diversidade e desigualdade<\/strong>, porque o bem comum pode ser identificado de forma muito diversa.<br \/>\nChamou-se ainda a aten\u00e7\u00e3o para a distin\u00e7\u00e3o entre agendas e din\u00e2micas sociais. <em>As din\u00e2micas sociais devem ser duradouras e devem alimentar-se a si pr\u00f3prias, enquanto as agendas oscilam<\/em>, alertaram. \u00c9 fundamental, por isso, <strong>ter um trabalho s\u00f3lido para al\u00e9m das agendas, capaz de criar um tecido forte e coeso, que sustente e reivindique pol\u00edticas e pr\u00e1ticas culturais fortes.<\/strong>\nNa discuss\u00e3o sobre pol\u00edtica de cidade, foi reconhecida a <strong>transversalidade da cultura<\/strong>, ou seja, a presen\u00e7a da cultura em todas as pol\u00edticas e dimens\u00f5es da sociedade, mas <strong>rejeitando a instrumentaliza\u00e7\u00e3o da mesma a favor de outros objetivos e agendas priorit\u00e1rias<\/strong> (como o ambiente ou a transi\u00e7\u00e3o digital), algo que \u00e9 favorecido pelos instrumentos de apoio financeiro existentes.<br \/>\nFoi ainda debatida a quest\u00e3o da <strong>democratiza\u00e7\u00e3o \/ democracia cultural<\/strong>, reafirmando-se a import\u00e2ncia da democratiza\u00e7\u00e3o do acesso, que deve ter em conta a diversidade e combater a desigualdade; mas tamb\u00e9m a <strong>promo\u00e7\u00e3o de novas compet\u00eancias, de formas de participa\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o, que permita criar novas centralidades culturais e construir um territ\u00f3rio mais coeso.<\/strong><br \/>\nOs participantes alertaram ainda que <strong>as narrativas de a\u00e7\u00e3o em torno da cidade como um bem comum e do acesso democr\u00e1tico \u00e0 cultura t\u00eam que ter pacotes financeiros associados<\/strong>, <em>ou resumem-se a um conjunto de ideias interessantes, mas que n\u00e3o levam aos objetivos que se quer atingir<\/em>. Neste ponto, afirmou-se <strong>o papel importante que as redes de munic\u00edpios podem desempenhar, na medida em que os munic\u00edpios organizados t\u00eam uma maior capacidade de negocia\u00e7\u00e3o.<\/strong>\n\nO F\u00f3rum Pol\u00edtico terminou com um debate que abordou temas como a cultura nos instrumentos de financiamento, a territorializa\u00e7\u00e3o das pol\u00edticas e dos programas e a resili\u00eancia do tecido cultural. No que respeita ao Portugal 2030, desejou-se que continue a apoiar as a\u00e7\u00f5es imateriais e a cria\u00e7\u00e3o de redes entre munic\u00edpios com escalas e caracter\u00edsticas diferentes, <em>que se t\u00eam materializado em projetos que t\u00eam deixado lastro nos territ\u00f3rios<\/em>. Foram dados alertas por parte dos autarcas presentes que, por vezes, <em>a disponibiliza\u00e7\u00e3o de verbas dos fundos comunit\u00e1rios n\u00e3o chega \u00e0s autarquias locais e \u00e0s pol\u00edticas de proximidade.<\/em><br \/>\nA <strong>reivindica\u00e7\u00e3o por pol\u00edticas e programas mais territorializadas fez parte do discurso dominante<\/strong>, com os autarcas a lamentar a <em>excessiva centraliza\u00e7\u00e3o dos recursos do PRR dedicados \u00e0 interven\u00e7\u00e3o no patrim\u00f3nio<\/em>. <strong>A pr\u00f3pria gest\u00e3o dos fundos beneficiaria da partilha entre os organismos centrais ou desconcentrados do Estado e as autarquias, que melhor conhecem o territ\u00f3rio, as suas necessidades e os seus agentes.<\/strong> Uma melhor coopera\u00e7\u00e3o entre os diversos n\u00edveis de poder, nacional e municipal, para responder \u00e0s quest\u00f5es da cultura, com compet\u00eancias definidas, foi outro dos pontos defendidos.<br \/>\nA resili\u00eancia do tecido cultural foi uma das preocupa\u00e7\u00f5es mais presentes, nomeadamente atrav\u00e9s de uma pol\u00edtica integrada e de um financiamento est\u00e1vel que permita a sustentabilidade e o crescimento do setor cultural.\n<p>IMPULSO: F\u00f3rum Pol\u00edtico da Artemrede pretende ser um contributo aberto para a discuss\u00e3o sobre a cultura e a sua import\u00e2ncia na evolu\u00e7\u00e3o das cidades. A participa\u00e7\u00e3o de dezenas de agentes culturais, discutindo quest\u00f5es sobre sustentabilidade, coes\u00e3o e desenvolvimento, deixa a Artemrede segura de que a cultura \u00e9 fundamental na constru\u00e7\u00e3o de sociedades democr\u00e1ticas e resilientes. Os executivos aut\u00e1rquicos que agora iniciam o seu trabalho t\u00eam uma responsabilidade clara na afirma\u00e7\u00e3o e concretiza\u00e7\u00e3o deste objetivo, que devem assumir como verdadeiro desafio estrat\u00e9gico da sua a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2>\n\t<\/h2>\n\t<h2>IMPULSO \u00c9 UMA INICIATIVA DA ARTEMREDE<\/h2>\n<a href=\"https:\/\/www.artemrede.pt\" class=\"wm-button size-large button\" target=\"_blank\">www.artemrede.pt<\/a>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"entry-summary\">\n<div class=\"entry-summary\">\nIMPULSO\n<\/div>\n<div class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/impulso-2\/\" class=\"more-link\">Continuar a ler<span class=\"screen-reader-text\"> &ldquo;IMPULSO &#8211; Conclus\u00f5es&rdquo;<\/span>&hellip;<\/a><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"link-more\"><a href=\"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/impulso-2\/\" class=\"more-link\">Continuar a ler<span class=\"screen-reader-text\"> &ldquo;IMPULSO &#8211; Conclus\u00f5es&rdquo;<\/span>&hellip;<\/a><\/div>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":2403,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"templates\/blank.php","meta":{"om_disable_all_campaigns":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-2841","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","entry"],"aioseo_notices":[],"uagb_featured_image_src":{"full":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19.png",1747,983,false],"thumbnail":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-480x270.png",480,270,true],"medium":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-744x419.png",744,419,true],"medium_large":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-1200x675.png",1200,675,true],"large":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-1200x675.png",1200,675,true],"1536x1536":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-1536x864.png",1536,864,true],"2048x2048":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19.png",1747,983,false],"trp-custom-language-flag":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-16x9.png",16,9,true],"icelander-thumbnail":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-744x372.png",744,372,true],"icelander-square":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19-448x448.png",448,448,true],"icelander-intro":["https:\/\/www.artemrede.pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Screenshot-2021-05-28-at-15.18.19.png",1747,983,false]},"uagb_author_info":{"display_name":"Bruno Castro","author_link":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/author\/artred_bruno\/"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"IMPULSO Continuar a ler &ldquo;IMPULSO &#8211; Conclus\u00f5es&rdquo;&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2841","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2841"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2841\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2849,"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2841\/revisions\/2849"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.artemrede.pt\/pt_pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2841"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}