Programação 2017

SINGLE STORY - Uma conferência em forma teatral

 


SOBRAL DE MONTE AGRAÇO | Cineteatro Sobral de Monte Agraço 
qui 30 mar 2017 | espetáculo: 12h40 oficina: 15h20 



Anabela Almeida
 e Sara Duarte
Teatro meia volta e depois à esquerda quando eu disser

SINOPSE / ESPETÁCULO
Este espetáculo é uma conferência sobre a história única. Uma história única é o único relato que consideramos como certo ou como sendo a única possibilidade para um determinado acontecimento.

Anabela e Sara, amigas desde a adolescência, contam em simultâneo e em formato de conferência as suas histórias de vida e como essas histórias individuais e pessoais se cruzam com a História de um país, em particular como foi vivido o 25 de Abril de 1974 e as repercussões que teve nas suas vidas. Falam também das expectativas que a família e a sociedade dos anos 70 do século XX tinham para as mulheres, contam como se conheceram no teatro e como a opção de serem actrizes influenciou as suas vidas. Mostram as escolhas que fizeram ao longo da vida. Duas amigas que cruzam um período de tempo das suas vidas com um período de tempo da História do seu país.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Concepção, texto e interpretação
Anabela Almeida e Sara Duarte 
Operação de Som e de Imagem Anabela Almeida e Sara Duarte 
Apoio à Dramaturgia Alfredo Martins 
Vídeo de Cena Alfredo Martins 
Fotografia de Cena António Leitão e Susana Pomba 
Fotografias Antonio MV e Carmen Vasconcelos 

Duração do espetáculo 70’ (50’ + 20’ para a conversa após o espetáculo)
Lotação máxima Uma turma de alunos / até 35 pessoas 
Público-alvo M/12 e adultos
Faixa etária M/ 12
Género artístico Teatro 


SOBRE A OFICINA 
A oficina promove um momento lúdico de reflexão sobre a identidade e a sua projecção no futuro, dirigida a pessoas que se encontram num momento de vida particular em que as questões identitárias se encontram mais presentes: a adolescência.

A adolescência implica escolhas. As escolhas foram já iniciadas na infância, nesse momento ainda realizadas no plano da fantasia, no brincar, no faz de conta. Na escolha que a criança faz aponta-se já o seu padrão de envolvimento, a sua perspectiva perante o mundo, ou pelo menos treinam-se possibilidades, desenham-se projetos para um ser e um fazer em desenvolvimento. A família e outros grupos que a rodeiam, como a escola, devolvem-lhe essas e outras imagens, que validam a ilusão de “poder ser” ou, nos casos menos afortunados, a impossibilidade de fazer e de ser livremente. 

A escolha ocupacional ou profissional é o culminar de um caminho iniciado na fantasia, onde tudo era possível, em que a história individual se cruza com a história dos interditos, das permissões e dos desejos familiares. Assim sendo, adolescer ou crescer, talvez não trate de escolhas, mas da assunção, da consciencialização internamente, de uma singularidade existencial, em que a sua história e a sua peculiaridade se articulam com o futuro profissional que cada adolescente perspectiva.

A Oficina propõe, como estrutura de suporte, um jogo em que os participantes são convidados a fazer escolhas.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Concepção e dinamização
Anabela Almeida e Sara Duarte
Imagens Antonio MV e Carmen Vasconcelos 
Duração da Oficina:
 90'
Público Alvo: M/12 - adolescentes e escolas 

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